sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Guaíba sedia III Fórum Estadual Zero Acidente

Eu estava lá! Do lado esquerdo, segunda fileira, na cadeira do corredor, de vermelho! Hehehe...
Muito bom! Valeu apena! Parabéns a todos! Aos organizadores, Prefeitura de Guaíba e sua Secretaria de Mobilidade Urbana, Palestrantes e a todos os presentes! Agora é colocar em prática tudo que aprenderamos! Uma das lições é: Vamos usar o cinto!!!







Nesta quarta-feira (18) aconteceu no auditório da Ulbra Guaíba, o III Fórum Estadual Zero Acidente, realizado em comemoração ao Dia do Zero Acidente, celebrado em 21 de agosto. Guaíba foi escolhida para sediar o evento por ser referência mundial em trânsito seguro. Uma política voltada para o trânsito seguro, iniciada em 2005 com palestras, atividades na Semana do Trânsito e implantação a fiscalização eletrônica, aliadas a parceria com a ong GRSP, resultaram na redução do índice de acidentalidade no município. Em junho de 2010, o prefeito Henrique Tavares representou Guaíba no maior evento internacional sobre mobilidade rodoviária sustentável, no Rio de Janeiro, devido aos índices comparados a cidades de primeiro mundo. No ano passado a cidade registrou 146 dias consecutivos sem acidentes fatais e uma redução de 42% no número de acidentes fatais entre 2008 e 2009.

Para o secretário da Mobilidade Urbana de Guaíba, André Barbosa, o evento marca uma trajetória em busca de estratégias na redução dos índices de acidentalidade. “Guaíba já é referência nacional em trânsito seguro, mas ainda precisamos de um envolvimento maior da comunidade e dos órgãos públicos. Estamos fazendo a nossa parte”, declara.

Na ocasião foram apresentados dois projetos, o Programa de Educação para o Trânsito do Comando Rodoviário da BM e ações da Polícia Rodoviária Federal. À tarde, foi ministrada uma oficina ambiental e palestras Mudança de clima - somos todos responsáveis, com o tecnólogo em Gestão de Transporte Terrestre Adão de Castro e Uma Opção pela Vida, com o sociólogo e especialista em trânsito Eduardo Biavatti. A EPTC apresentou uma peça teatral.

O Detran/RS participou do painel Os 3 E do Trânsito – Engenharia, Educação e Esforço Legal, através de seu Diretor Técnico, Ildo Szinvelski. O painel contou com a mediação do jornalista Lasier Martins e com a presença de Ricardo Schiavon, do Movimento Gaúcho pelo Trânsito Seguro, do Tenente-Coronel Edgar Borges, do Comando Rodoviário da Brigada Militar, do Inspetor Alfonso Willembring Jr., da Polícia Rodoviária Federal e de Diza Gonzaga, da Fundação Tiago Gonzaga.

O III Fórum Estadual Zero Acidente é uma realização da Prefeitura de Guaíba, por meio de sua Secretaria Municipal da Mobilidade Urbana, e do Institudo Zero Acidente.

FONTE: http://www.guaiba.rs.gov.br/Noticias/2010/20100818_forum_zero_acidente_foi_sucesso/index.htm

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Aula no Projeto Pescar - PROCEMPA

Pescar tem aula sobre Segurança do Trabalho

Os jovens do Projeto Pescar tiveram a primeira aula sobre Segurança do Trabalho, com a voluntária externa Aline Pinheiro, Técnica em Segurança do Trabalho. Os alunos puderam conhecer um pouco do funcionamento em casos de acidentes na hora em que os trabalhadores estão desempenhando suas funções. Aline ressaltou a importância do conteúdo ensinado aos jovens: “As estatísticas revelam que os acidentes de trabalho são os responsáveis por um alto índice de óbitos, principalmente, em construção civil”. O módulo, que iniciou no dia 16 de julho, faz parte de Ambiente de Trabalho, onde os jovens terão mais quatro aulas relacionadas ao tema como: Acidente de Trabalho, Prevenção de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), Normas de Segurança e Combate à Incêndio.

Fonte: Newsletter PROCEMPA 27/07/2010.

"Se queres matar a fome de alguém da-lhe um peixe. Mas se quiseres que ele nunca mais passe fome ensine-o a pescar" (Lao Tsé)

O provérbio chinês acima inspirou o idealizador do Projeto Pescar, Geraldo Tollens Linck, em 1976. Tendo como pano de fundo esta filosofia, foi criada esta Tecnologia Social pioneira no Brasil, que está sendo operacionalizada em 120 Unidades Franqueadas.

domingo, 1 de agosto de 2010

VIVA VOZ - Drogas? Você precisa ter VOZ !!!!


0800 510 0015


É uma central telefônica (Call Center) com serviço a nível nacional que oferece informações e orientações sobre as drogas lícidas (álcool e tabaco) e ilícidas (maconha, cocaína e outras). Para usuários oferece um programa de acompanhamento que auxilia no processo de parada. Também oferece apoio a familiares e indica locais de tratamentos.

O serviço é gratuíto e anônimo.

Fruto da parceria entre a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas - SENAD e a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre - FCSPA.


Só acho que deveria ter mais divulgação!


No site do SENAD tem um material muito bom!

Acesse:

http://www.senad.gov.br/ - Publicações - É só baixar (gratuíto!)

Só para esclarecer:
Não é uma simples atendente que fala com a pessoa! São estudantes universitários capacitados e treinados, sob a supervisão de profissionais mestres e doutores. Todos ligados à área da saúde física e mental. (Quer mais?!)
Há! Se quizer ligar saiba: o assunto é sério! Com um simples trote você pode estar tirando a chance de uma pessoa deixar de usar drogas, tirando uma vida!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Qualidade nas Tecnologias de Proteção Contra Acidentes

Fonte da Imagem: http://danuoliver.wordpress.com/2009/09/29/equipamentos-de-protecao-individual-e-coletiva/



Qualidade nas Tecnologias de Proteção Contra Acidentes

Canal: Segurança no trabalho Autor: Heitor Borba Publicado em: 14/06/2010 Views: 83
Não se admite que Empresas com Programas de Excelência em Segurança e Saúde Ocupacional possuam Tecnologias de Proteção Contra Acidentes ineficazes.

As Tecnologias de Proteção Contra Acidentes consistem em Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e em Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC). Tem como fim a eliminação ou redução das intensidades ou concentração de agentes nocivos presentes nos ambientes de trabalho ou ainda, neutralizar ou reduzir lesões ocasionada por acidentes de trabalho. Uma gestão eficaz das Tecnologias de Proteção Contra Acidentes tem início ainda no dimensionamento ou projeto. Definidas, as Tecnologias devem ser adquiridas ou instaladas e implantadas. Geralmente o problema maior encontra-se na fase de implantação. Os EPI, por serem instalados no trabalhador, possuem maior grau de dificuldade em sua implantação. Lidar com gente não é tarefa fácil. Por isso, o trabalhador deve participar nas fases de dimensionamento e implantação. Enquanto o EPC, para que o mesmo seja eficaz, basta ser instalado ou acionado corretamente e monitorado por meio de um Plano de Manutenção, com testes de demanda, o EPI depende também do Fator Pessoal de Aceitação. A aceitação do trabalhador frente ao EPI depende de variantes intrínsecas e extrínsecas. Por isso é tão difícil sua implantação. Por outro lado, o EPI também necessita de um Plano de Manutenção. Inspeção de peças, ensaios de vedação, embotamento de filtros, redução da pressão mecânica de fixação, dentre outros, deve ser contemplado no Plano.

PLANO DE EXCELENCIA PARA TECNOLOGIAS DE PROTEÇÃO CONTRA ACIDENTES

PROCEDIMENTOS GERAIS

EPI:

a) Elaboração de procedimento contendo critérios para escolha, indicação, aquisição, fornecimento, utilização, registro, guarda, conservação, higienização, manutenção e descarte;

EPC:

a) Elaboração de procedimento contendo critérios para projeto, instalação, utilização, registro, higienização, manutenção e descarte dos resíduos originados na manutenção e higienização;


PROCEDIMENTOS PARA MANUTENÇÃO DE EPI

INSPEÇÃO:

a) Inspeção visual (deformidades, ressecamentos, coloração, sugicidade, falta de peças, peças danificadas, Certificado de Aprovação, equipamento não especificado para o tipo de atividade), teste de vedação, teste de estanqueidade, teste de pressão mecânica, registro, prazo de troca, eficiência especificada pelo fabricante X intensidade ou concentração do agente nocivo, etc;

MANUTENÇÃO:

a) Higienização, substituição de peças ou componentes, substituição do EPI, tratamento dos resíduos;



PROCEDIMENTOS PARA MANUTENÇÃO DE EPC

INSPEÇÃO:

a) Inspeção visual (deformidades, folgas, falta de lubrificação, sugicidade, ruídos estranhos, falta de potencia, vibrações, fixação, direcionamento, etc), lubrificação programada, troca de peças, testes de tiragem ou de adução, eficiência projetada X intensidade ou concentração do agente nocivo, registro, etc

MANUTENÇÃO: a) Higienização, lubrificação, ajustes, substituição de peças ou componentes, tratamento dos resíduos.

A existência de procedimentos para execução das Tecnologias de Proteção Contra Acidentes permitem a padronização dos EPI e EPC de modo a serem executados com qualidade. Para instalação de EPC de modo seqüenciado, como é o caso dos guarda-corpos de obras de construção civil, por exemplo, deve haver procedimentos para montagem e fixação das peças. A instalação de guarda-corpos que não resista aos esforços laterais definidos pela norma é ainda pior do que não haver nenhum. Equipamentos com essas características oferecem uma falsa segurança, às vezes muito perigosa.

A aplicação da qualidade nas Tecnologias de Proteção Contra Acidentes é base para obtenção da excelência em Segurança e Saúde Ocupacional. A qualidade deve acompanhar todas as etapas, desde a instalação de um simples isolamento de área a execução de complexos sistemas de proteção contra acidentes.

Fonte Texto:

http://www.qualidadebrasil.com.br/artigo/seguranca_no_trabalho/qualidade_nas_tecnologias_de_protecao_contra_acidentes

segunda-feira, 31 de maio de 2010





Muito legal essa campanha!



10 MANDAMENTOS PARA PREVENÇÃO E CONTROLE DA PRESSÃO ALTA.
Meça a pressão pelo menos uma vez por ano.
Pratique atividades físicas todos os dias.
Mantenha o peso ideal, evite a obesidade.
Adote alimentação saudável: pouco sal, sem frituras e mais frutas, verduras e legumes.
Reduza o consumo de álcool. Se possível , não beba.
Abandone o cigarro.
Nunca pare o tratamento, é para a vida toda
Siga as orientações do seu médico ou profissional da saúde.
Evite o estresse. Tenha tempo para a família, os amigos e o lazer.
Ame e seja amado.


Espalhe essa campanha!
Hoje recebi este texto em meu e-mail e achei de extrema importância! Eu tinha que colocar no meu blog!

Há! Agradecimento ao segmedtrab(yahoogrupos) em especial aos Técnicos de Segurança do Trabalho senhores Gustavo Senra, Mauro Selba e Alcenir por suas contribuições, vocês são responsáveis pelo crescimento do grupo e dos profissionais membros. Muito obrigada!

28 de maio de 2010, às 00h07min
Aeroportos: cuidados para não ser roubado durante uma viagem de negócios
Empresas optam pelo transfer do aeroporto ao hotel exatamente para diminuir o intervalo de tempo dos executivos em saguões.
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Por Equipe InfoMoney, InfoMoney


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Entre um embarque e outro, um executivo pode, por um momento, se descuidar de seus pertences como bagagem e notebook. Com a frequência de furtos e roubos dentro dos aeroportos, o profissional poderá arcar com sérios prejuízos.


De acordo com um estudo da Intel, um computador roubado pode trazer um prejuízo de mais de US$ 115 mil à empresa após uma semana. Portanto, usar saguões de aeroportos como extensão de escritório pode não ser uma boa ideia.



Fique atento!

Segundo o diretor Comercial da CEP Transportes, empresa especializada em transporte executivo, Fernando Cavalheiro, muitas empresas optam pelo transfer do aeroporto ao hotel exatamente para diminuir o intervalo de tempo dos executivos em saguões.



“Esse tipo de roubo por descuido tornou-se tão comum que as empresas passaram a desconfiar que algumas dessas ocorrências começavam dentro do próprio aeroporto”, diz Cavalheiro. “Assim, parte dos executivos tem o temor de transitar com um motorista que desconhecem”, afirma.



Após voltar de uma viagem da Espanha, o diretor de Comunicação Rodrigo Prada foi abordado por um homem em uma moto que levou sua mala e o notebook da empresa. “Foi um grande transtorno. Além das perdas materiais e do abalo psicológico, informações valiosas foram perdidas de uma viagem de negócios de 15 dias pela Europa”, explica.



Um olho na mala e outro no notebook

Para Cavalheiro, o executivo que passa muito tempo em um aeroporto deve seguir algumas regras básicas para não sofrer com furto ou roubo. Confira abaixo:

Em aeroportos e hotéis, traga sempre próximo a si suas bagagens.
Não deixe à mostra notebook, celular, câmera digital, entre outros.
Atenção ao utilizar aparelhos eletrônicos. Fique atento a quem está ao redor.
Evite falar ao celular assuntos relacionados aos seus próximos passos ou destino, poderá despertar interesse de quem está ao se redor.
No trajeto aeroporto-hotel/hotel-aeroporto, procure desembarcar dentro do estacionamento.
Leve uma pequena quantia de dinheiro para eventuais despesas.
Leve consigo todos os seus contatos para possíveis emergências.
Cuidado com o pedido de orientação de pessoas estranhas. Jamais as acompanhe, nem mesmo dentro do próprio aeroporto.
Prefira contratar um serviço de transfer. O valor é semelhante ao do táxi, mas você sabe qual a empresa e o motorista que fará seu transporte.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Projeto de Lei pune empresa que não notificar doença ligada ao trabalho.

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7220/10, do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), que acaba com a dispensa de multa para a empresa que não informar à Previdência Social sobre doenças dos seus empregados relacionadas ao trabalho, constatadas em perícia médica do INSS.

A proposta pretende revogar o dispositivo da lei da Previdência Social (Lei 8.213/91) que não penaliza a falta de comunicação, pela empresa, de doença com Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) — metodologia que identifica doenças e acidentes relacionados à prática de determinada profissão.

Segundo o autor da proposta, a lei é contraditória, pois a empresa paga pela omissão quando o próprio acidentado, seus dependentes, o médico que o assistiu, entidade sindical competente ou qualquer autoridade pública formalizam a comunicação à Previdência.

Berzoini também considera que a isenção contraria a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que determina a notificação da doença do trabalho, mesmo que se trate apenas de suspeita. “A isenção de multa às empresas que não formalizam a comunicação de acidente de trabalho ou de doença profissional favorece apenas a empresa, em detrimento dos interesses do empregado”, afirma.

Tramitação: A proposta, que tem caráter conclusivo(*),será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(*) Rito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7220/10, do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), que acaba com a dispensa de multa para a empresa que não informar à Previdência Social sobre doenças dos seus empregados relacionadas ao trabalho, constatadas em perícia médica do INSS.

A proposta pretende revogar o dispositivo da lei da Previdência Social (Lei 8.213/91) que não penaliza a falta de comunicação, pela empresa, de doença com Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) — metodologia que identifica doenças e acidentes relacionados à prática de determinada profissão.

Segundo o autor da proposta, a lei é contraditória, pois a empresa paga pela omissão quando o próprio acidentado, seus dependentes, o médico que o assistiu, entidade sindical competente ou qualquer autoridade pública formalizam a comunicação à Previdência.

Berzoini também considera que a isenção contraria a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que determina a notificação da doença do trabalho, mesmo que se trate apenas de suspeita. “A isenção de multa às empresas que não formalizam a comunicação de acidente de trabalho ou de doença profissional favorece apenas a empresa, em detrimento dos interesses do empregado”, afirma.

Tramitação: A proposta, que tem caráter conclusivo(*),será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(*) Rito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7220/10, do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), que acaba com a dispensa de multa para a empresa que não informar à Previdência Social sobre doenças dos seus empregados relacionadas ao trabalho, constatadas em perícia médica do INSS.

A proposta pretende revogar o dispositivo da lei da Previdência Social (Lei 8.213/91) que não penaliza a falta de comunicação, pela empresa, de doença com Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) — metodologia que identifica doenças e acidentes relacionados à prática de determinada profissão.

Segundo o autor da proposta, a lei é contraditória, pois a empresa paga pela omissão quando o próprio acidentado, seus dependentes, o médico que o assistiu, entidade sindical competente ou qualquer autoridade pública formalizam a comunicação à Previdência.

Berzoini também considera que a isenção contraria a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que determina a notificação da doença do trabalho, mesmo que se trate apenas de suspeita. “A isenção de multa às empresas que não formalizam a comunicação de acidente de trabalho ou de doença profissional favorece apenas a empresa, em detrimento dos interesses do empregado”, afirma.

Tramitação: A proposta, que tem caráter conclusivo(*),será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(*) Rito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.

Fonte: Agência Câmara, 18.05.2010